“25 anos de Gravura” e “M’Africando”

A Biblioteca Municipal de Ponte de Sor vai inaugurar no dia 17 de Novembro de 2007 (sábado), pelas 16h30, a Exposição “25 anos de Gravura” de Catarina Castel-Branco, seguida da apresentação do livro “M’Africando” de José Cavalheiro Homem, às 17h30, com a presença do autor.

A exposição estará patente ao público até dia 11 de Dezembro de 2007.
Esta actividade é organizada pela Câmara Municipal de Ponte de Sor.

 

CATARINA CASTEL–BRANCO: 25 ANOS DE GRAVURA
O conjunto das obras apresentadas reúne 25 anos de trabalho na área da gravura
(técnicas de: zincogravura, xilogravura, litografia e serigrafia).
Durante 10 anos trabalhei no atelier da Escola de Belas Artes, e ai aprendi e desenvolvi as técnicas acima mencionadas, sob a orientação da Professora Matilde Marçal e do Professor Gil Teixeira Lopes.
Foram 10 anos (para além dos 5 do curso) em que a aprendizagem e a disponibilidade de Matilde Marçal deram lugar à amizade, entre muitas conversas e conselhos virados para um objectivo que sempre me acompanhou: a experimentação na área das técnicas de impressão. Experiências também partilhadas com a gravadora Albertina de Sousa.

Em 1987, obtive uma bolsa da F.C. Gulbenkian, e parti para a Holanda com o objectivo de desenvolver a possibilidade de imprimir em simultâneo sobre o mesmo suporte, as várias técnicas. Agradeço ao meu Professor Jorge Peyrolon que interessado no meu projecto de pós – graduação, me incentivou e proporcionar a “ experimentação “na área de serigrafia, ultrapassando em muito as minhas iniciais expectativas.
O conjunto das obras apresentadas, pretende representar todas as técnicas mencionadas, dando assim uma visão alargada do projecto de investigação que desenvolvi, do projecto de investigação que desenvolvi.

CURRICULUM: Catarina Castel-Branco nasceu em Abrantes, em 1956.
Licenciada em pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Licenciatura em Gravura pela “ Gerrit Rietveld Academie “ – Amsterdam,
Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian durante os anos lectivos de 1987 / 89, Bolseira do governo Holandês no ano de 1990.
Realizou entre 1987 – 2007, vinte e seis exposições individuais de gravura – pintura e desenho, a convite de várias instituições nacionais e estrangeiras. Participou em mais de sessenta exposições colectivas.
1987 – Ganhou o prémio da Exposição Nacional de Gravura, atribuído pela Cooperativa de Gravura e pela F. C. Gulbenkian. 1990 – Ganhou o prémio de edição na II Bienal de Gravura na Amadora. Editada pela Cooperativa de Gravura em 1988 e 1989. 1991 – Premio João Hogan. Em 1991 / 92 foi convidada a ilustrar com gravuras da sua autoria, programas e cartazes do Serviço de Música da F. C. Gulbenkian
Ilustrou os programas e cartazes do Festival de Música do Algarve e o cartaz de apresentação internacional da Orquestra Gulbenkian. Em 1992 – ilustrou os programas e cartazes do Festival Internacional de Música de Sintra.
Exposições internacionais de gravura (colectivas):
1986 – I Bienal Ibero – Americana de Arte Seriado – Museu de Arte Contemporânea de Sevilha; III prémio de gravado Máximo Ramos – Museu Municipal “ Bello Pineiro “ Ferrol,- Espanha. (seleccionada); 1987 – IV Exposição Nacional de Gravura F.C. Gulbenkian; 1988 – “ Cinco Gravadores no Japão “, Galeria “ Art Dune “ – Tóquio
(convite da Cooperativa Diferença); V Bienal Europeia de Gravura Heidelberg – Alemanha (convite da S. N. B. Artes); Portuguese Contemporary Engraving
1970 – 1988, Cape Town / Durban, Africa do Sul (convite da F. C. Gulbenkian)
1989 – 18 va International Biennial Graphic – Jugoslávia ( convite F. C. Gulbenkian )
“Start “ 89 – Apeldoorn – Holanda; 1990 – Premio Internazionale Biella Per L’Incisione – Itália; 1992 – Bienal Euro-Americana de Gravura “ La Coruña “ (convite F. C. Gulbenkian); 1993 – 1ª Bienal Internacional de Gravura – Maastricht – Holanda
1992 / 94 / 96 / 98 – Participação na “ Bienal da Amadora “ – Gravura.
Está representada: Museu F. C. Gulbenkian (gravura); Museu Moderne Kunst
(gravura); colecção advogados PLMG; em numerosas colecções particulares em Portugal – Brasil – Bélgica – Itália – Japão – México.

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José Cavalheiro Homem

José Cavalheiro Homem, nome recriado de Adelino José Cavalheiro Gonçalves, controlador de tráfego aéreo de profissão, nasceu e viveu a sua juventude em Luena, Angola.
As constantes passagens por terras africanas, fontes de inspiração, aguçam-lhe a criatividade e alimentam-lhe a imaginação.

 

“Desprendia-se a madrugada em sussurro no tempo, com barulhos abafados no escuro nocturno. Naquela parte do mundo, estrelas no céu pertenciam-lhe”. José Cavalheiro Homem inicia assim o seu último trabalho, M’Africando. A obra é uma recriação de histórias com Angola e Moçambique como cenário de fundo. Através de um texto que conjuga a lusofonia com vocábulos destes dois lugares, o autor escolhe palavras com musicalidade e fortes significados. José Cavalheiro Homem, nome recriado de Adelino José Cavalheiro Gonçalves, controlador aéreo e piloto, nasceu e viveu a sua juventude em Luena, Angola.

 >>Galeria

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