Prémio Literário José Luís Peixoto | 12.ª edição | 2018 | Resultados provisórios

Cartaz Resultados Provisórios 2018

O Município de Ponte de Sor promoveu a 12.ª edição do “Prémio Literário José Luís Peixoto” – edição 2018 que se destinava a premiar trabalhos inéditos na modalidade de poesia. São estes os Resultados Provisórios desta 12.ª edição.

RESULTADOS PROVISÓRIOS DO PRÉMIO LITERÁRIO JOSÉ LUÍS PEIXOTO – 12.ª EDIÇÃO – 2018

Vencedor para naturais ou residentes no concelho de Ponte de Sor:

Este ano o júri decidiu não atribuir nenhum prémio, nem menção honrosa.

Vencedor para não naturais ou não residentes no concelho de Ponte de Sor:

Texto: “Em todo o caso Gaspar”

Pseudónimo: Mafalda Andorinha

Nome: Mafalda Moniz da Cunha Costa de Araújo

Menções Honrosas:

1

Texto: “Lugar”

Pseudónimo: António Forte

Nome: João Miguel Vaz de Aragão

2

Texto: “Gravidade Maior”

Pseudónimo: Ana Mutter

Nome: Mariana Sofia Henriques Ferreira

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Ciclo Cultura e Conhecimento | 3 novembro | 16h00 | O PAPEL DAS ESCOLAS NO COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS: O PROJETO ClimACT

Cartaz Joana Lage

 

O PAPEL DAS ESCOLAS NO COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS: O PROJETO  ClimACT

O Ciclo de Cultura e Conhecimento regressa à Biblioteca Municipal de Ponte de Sor no próximo dia 3 de novembro, sábado, pelas 16h00.

Desta vez teremos connosco Joana Lage, investigadora do Instituto Superior Técnico, que nos vai falar do projeto ClimACT. Este projeto actua contra as alterações climáticas, promovendo a transição da sociedade para uma economia de baixo carbono, intervindo num dos sectores mais importantes: as escolas. Neste sentido, é promovida a implementação de uma metodologia sistemática conducente a uma economia de baixo carbono em 39 escolas-piloto da região SUDOE: Portugal (Lisboa, Loures e Porto), Espanha (Madrid e Sevilha), França (La Rochelle) e Gibraltar. 

Esperamos contar com a vossa presença.

 

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38ª edição do Clube de Leitura da Biblioteca Municipal de Ponte de Sor | novembro 2018

cartaz

5ª feira | 29 de novembro | 18:00h

Memórias de Adriano seguido de apontamentos sobre as Memórias de Adriano | Marguerite Yourcenar

Tradução de Maria Lamas | Ulisseia

Ciclo Literatura Francesa 2018/2019

Em novembro, o Clube de Leitura da Biblioteca Municipal continua a viajar através da literatura francesa. Desta vez, viajamos até ao século II através da autobiografia romanceada do Imperador romano Adriano (76dC-138dC), César Públio Élio Trajano Adriano Augusto, escrita pela pena de Marguerite Yourcenar.

A autora dedicou várias décadas de pesquisa histórica minuciosa para escrever esta obra; começou a projetar o livro em meados dos anos vinte e, depois de destruir várias versões do texto, publicou-o em 1951, com sucesso absoluto. Na parte final do livro, a autora apresenta catorze páginas de notas que ajudam o leitor a perceber o processo de construção de tamanha obra-prima: foram mais de trinta anos de avanços e recuos.

Organizada em seis partes, o livro está escrito na primeira pessoa, sob a forma de uma longa carta que Adriano dirige ao filho adotivo e futuro imperador Marco Aurélio, então com dezassete anos. O Imperador, já no final da vida, disserta sobre o seu passado, dá-nos a conhecer locais, gostos, desgostos e pensamentos de forma tão apaixonada que torna o leitor como um amigo íntimo com quem desabafa. Assim se fica a conhecer um dos grandes governantes da antiguidade como um homem inteligente e sensível, cultor do classicismo grego e protetor das artes.

Marguerite Yourcenar é o pseudónimo da escritora franco-americana Marguerite de Crayencour (1903-1987) que, embora tenha nascido em Bruxelas e vivido em diversas partes do mundo, veio a naturalizar-se americana. As suas Memórias de Adriano tornaram-na internacionalmente conhecida, e granjearam-lhe o Prémio Fémina Vacaresco em 1952. (Baseado na publicação)

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CLBMPS | A Fronteira | Pascal Quignard 4

Foi através do livro A FRONTEIRA, de Pascal Quignard, que ficámos a conhecer outras histórias sobre o jardim Fronteira e os seus famosos azulejos.

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D. João de Mascarenhas (1632-1681), 2º Conde da Torre, mandou construir o Palácio e os Jardins de Fronteira em meados do séc. XVII. Mais tarde, recebeu o título de Marquês de Fronteira do regente D. Pedro II, em 1670, em recompensa pela sua bravura e liderança, durante as guerras da Restauração.

Em 1992, D. Fernando de Mascarenhas, 12º Marquês de Fronteira, convidou Pascal Quignard a fazer uma estadia na sua residência, durante a qual escreveria um romance, para celebrar o tricentenário do palácio. O livro resultante, embora esteja condensado em poucas páginas é bastante intenso; a ação passa-se entre 1640 e 1669 e narra a história trágica de paixão e vingança e que dá vida a uma interpretação possível das mensagens subliminares dos azulejos espalhados pelo jardim e contam uma versão que só é possível ser interpretada por quem a conhece. Tudo gira à volta da palavra vingança e silêncio…

“…fazer justiça com quadrados de cerâmica…” (p. 79), diz o rei que tinha pedido silêncio sobre a história de vingança da Menina de Alcobaça (Senhora de Oeiras), sobre a vingança do Senhor de Jaume ao matar o marido desta por ciúmes.

“Por isso é que o parque está povoado de homens que se suicidam e de dançarinos que caem. Foi assim que o Marquês de Fronteira tirou vingança da Senhora de Oeiras, foi por isso que os animais do azulejos tomaram rostos humanos” p. 82-83

 

1

Não foi unânime a opinião  dos nossos leitores acerca da obra selecionada. Por um lado houve aqueles que acharam o enredo demasiado macabro, por outro lado houve aqueles  que acharam brilhante a capacidade do autor de imaginar uma história tão sórdida a partir de imagens reproduzidas nos azulejos do jardim do Palácio Fronteira. Estes curiosos azulejos provocaram escândalo à sociedade portuguesa aquando da inauguração do palácio e são, ainda hoje, objeto de estudo.

foto montagem

O catálogo da Biblioteca Municipal de Ponte de Sor conta com outras publicações dedicadas a esta Casa e aos seus jardins.

OS JARDINS DOS VICE-REIS FRONTEIRA, Cristina CastelBranco, Oceanos, 2008

O ESPLENDOR DOS JARDINS EM PORTUGAL, Helena Attlee, Inapa, 2008

REVISTA MONUMENTOS, Nº 7, DGEMN, Setembro de 1997

 

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CLBMPS | A Fronteira | Pascal Quignard 3

azulejofrase3

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