Ciclo Cultura e Conhecimento | 25 novembro | 16h00 | Deficiência e Pessoas com Deficiências em Portugal

No próximo dia 25 de novembro, sábado, pelas 16h00, a Biblioteca Municipal de Ponte de Sor acolhe mais um Ciclo de Cultura e Conhecimento. Nesta sessão, Fernando Fontes Professor da Universidade de Coimbra, membro do Centro de Estudos Sociais e natural de Foros de Arrão,  que abordará a forma como a deficiência tem sido construída portuguesa e o impacto dessas narrativas nas vidas e nas possibilidades de vida das pessoas com deficiência em Portugal.

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Tesouro da Biblioteca | novembro 2017

O tesouro deste mês é um álbum ricamente ilustrado sobre os poderes curativos das plantas. Editado originalmente em 1985, em Praga, foi editado em Lisboa, em 1990, pela Editorial Inquérito, com tradução de Luís Serrão.  Há muito tempo esgotada, esta publicação é uma obra de arte que alia o conceito de um grande álbum ilustrado a cores à informação prática de um guia técnico. Esta obra apresenta, em pormenor, 256 plantas descritas por Jan Volak et Jiri Stodola, e fielmente reproduzidas através das ilustrações de Frantisek Severa.

Consulte aqui o Tesouro da Biblioteca de novembro de 2017

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Clube de Leitura | outubro 2017

Em outubro, o Clube de Leitura da Biblioteca Municipal continua a viagem pela literatura do Extremo Oriente com um autor do Japão. Vamos acompanhar Yukio Mishima, artista multifacetado, pseudónimo de Kimitake Hiraoka, que nasceu em 1925 e se suicidou espetacularmente, praticando o ritual japonês «seppuku», em 1970. «É sem dúvida o escritor japonês mais conhecido no Ocidente. O idealismo que enforma a sua obra e conduzirá a sua vida está enraizado no tradicionalismo militar e espiritual dos samurais. Mishima é um dos mais talentosos e refinados escritores do século XX.»

O livro O Marinheiro que Perdeu as Graças do Mar foi editado no Japão em 1963 e em Portugal em 1983, pela editora Assírio e Alvim, com tradução de Carlos Leite. Ao longo de sete capítulos que se estendem por 163 páginas, o autor escreveu uma novela breve «de rara beleza, erotismo, imprevisibilidade e de um radicalismo brutal.»

Podemos supor que há neste enredo uma representação simbólica da sociedade japonesa do pós-guerra através da visão conservadora do autor; da sua defesa até ao limite dos ideais tradicionais japoneses e também da sua intolerância perante a perda de poder do Imperador.

O Marinheiro que Perdeu as Graças do Mar é a história de um rapaz de 13 anos, Noboru, que pertence a um grupo de adolescentes, uma espécie de “sociedade secreta”. Inteligentes, excelentes alunos, esses jovens vivem obcecados pela formação de uma personalidade de homens verdadeiros, livres, incapazes da mais pequena fraqueza ou cedência.

 

 

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Ciclo Cultura e Conhecimento | 14 outubro | 16h00 | Cozinha monástica

No intervalo de tempo dedicado à espiritualidade e da necessidade de angariar verbas ou retribuir àqueles que de algum modo contribuíam para a subsistência dos conventos, surgiram combinações de ingredientes tão simples como as Bolachinhas de Santa Luzia ou mais complexas como os Rebuçados de Ovo de Portalegre. Ora, é precisamente sobre este tipo de iguarias que, no próximo dia 14 de outubro (sábado), pelas 16h00, Ana Tomás vem apresentar na Biblioteca Municipal de Ponte de Sor a comunicação intitulada A cozinha monástica: da simplicidade à sumptuosidade, no regresso do Ciclo de Cultura e Conhecimento, existindo ainda a oportunidade de se provar um pouco da doçaria conventual da região.

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Tesouro da Biblioteca | outubro de 2017

O tesouro deste mês é considerado o primeiro livro de gastronomia portuguesa, cuja primeira edição, do autor António Maria de Oliveira Bello, foi feita em 1936, sendo hoje um objeto de culto entre os colecionistas.

Em 1994, a Assírio & Alvim decidiu efetuar a presente edição, com um excelente preâmbulo de José Quitério e um prólogo de Albino Forjaz de Sampaio, que ajudam a entender a grandiosidade da tarefa levada a cabo pelo autor que pela primeira vez reconhece a qualidade dos nossos produtos e a cozinha regional portuguesa é inicialmente assumida e enaltecida.

Ao gosto da época, a linguagem será a mais adequada para chegar ao público visado. O autor informa que muitas das receitas que compõem o livro «foram gentilmente cedidas por senhoras de Lisboa e das províncias, para quem a culinária constitui uma arte realizada com prazer e carinho.»

Com este trabalho pretendeu António Bello evitar que caíssem no esquecimento excelentes preparações, que mostram qualidade e originalidade, além de  chamar a atenção dos hoteleiros e proprietários dos restaurantes, especialmente das regiões turísticas, para as receitas culinárias nacionais, empregando produtos da melhor qualidade produzidos ou transformados na própria região. Consulte aqui o Tesouro da Biblioteca

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