CLBMPS | O Outro Mundo ou os estados e impérios da Lua | Cyrano de Bergerac 2

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Afinal, não foi o Nicholas Kurti (um físico húngaro, professor de Oxford) nem o Ferran Adrià (Restaurante El Bulli) que inventaram a cozinha molecular; foi o nosso Cyrano de Bergerac que, muito provavelmente os inspirou, lá nos anos de seiscentos…

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CLBMPS | O Outro Mundo ou os estados e impérios da Lua | Cyrano de Bergerac

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Eis um pequeno trecho representativo do sentido de humor satírico do nosso autor, Cyrano de Bergerac, desafiando convenções científicas, sociais e religiosas em pelo século dezassete; era corajoso, de certeza!


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36ª edição do Clube de Leitura da Biblioteca Municipal de Ponte de Sor | setembro 2018

 

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5ª feira | 27 de setembro | 18:00h
O Outro Mundo ou os estados e impérios da Lua | Cyrano de Bergerac
Tradução de Emanuel Lourenço Godinho | Editorial Estampa
Ciclo Literatura Francesa 2018/2019

Em setembro, o Clube de Leitura da Biblioteca Municipal dá início a um novo ciclo de leituras que se prolonga pelos próximos onze meses. Desta vez, vamos viajar através da literatura francesa.

Para iniciar, a obra escolhida é um clássico do séc. XVII, com o título O Outro Mundo ou os estados e impérios da Lua, de Cyrano de Bergerac, escrito em 1656, e conta uma viagem iniciática e imaginária à Lua usando de conceções filosóficas e científicas sobre o universo, que punham em xeque a cosmovisão religiosa do mundo de então. O autor, Savinien Cyrano de Bergerac (1619 – 1655) foi considerado por Ítalo Calvino o verdadeiro precursor da ficção científica, no entanto, esta obra abarca diversos géneros literários, como o da literatura de viagens, do diálogo filosófico, dos relatos utópicos, usando registos que vão do sublime ao grotesco.

Sob a capa de um texto humorístico, o autor faz um retrato satírico dos homens da ciência e do saber da sua época. Numa sociedade seiscentista, de liberdades individuais restritas, a sua crítica é tão incisiva e perigosa que a primeira edição, dois anos após a sua morte, saiu censurada nos trechos mais polémicos; o texto integral só foi posto a público em 1921. É um bom desafio para início de ciclo. (Baseado na publicação)

 

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35ª edição do clube de leitura da Biblioteca Municipal de Ponte de Sor | julho 2018

Foi ontem o último encontro do Clube de Leitura, no Ciclo do Sol Nascente.
Foi uma sessão que nos levou a catalogar as diferenças entre a literatura dos diversos países do extremo oriente.
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Estávamos ainda muito presos ao livro anterior que nos marcou profundamente.
Também o “Sputnik, Meu Amor” de Murakami nos afetou. A sua escrita suave, mas profundamente psicológica; o ambiente onírico e fantasista, característica do autor ganhou ainda mais mistério com a discussão entre os membros do grupo. Até onde se estendia o real? o que era sonho? O que leva o autor a usar temas recorrentes na sua escrita – a solidão? a falta de intimidade entre os seres que se amam? a música? a escrita?
Vamos certamente voltar a este livro!

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35ª edição do Clube de Leitura da Biblioteca Municipal de Ponte de Sor | julho 2018

 

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5ª feira | 19 de julho | 18:00h
Sputnik, Meu Amor | Haruki Murakami
Tradução de Maria João Lourenço | Casa das Letras
Primeira edição em português 2005

Em julho, o Clube de Leitura da Biblioteca Municipal (CLBMPS) termina a viagem pela literatura do Extremo Oriente com um autor do Japão, Haruki Murakami, nascido em 1949. Sputnik, Meu Amor é um belo romance, leve como uma pena que quase flutua, no entanto, é uma leitura que sub-repticiamente nos enreda numa teia de dúvidas; Murakami transforma uma história aparentemente vulgar e banal num enredo psicológico invulgar, que provoca qualquer leitor. Nada é certo!
Apesar do seu título intrigante, o autor oferece-nos, logo no início um enigma: a interpretação da metáfora. Em 1958, a cadela Leika foi enviada para o espaço a bordo do foguetão Sputnik. Infelizmente, apesar de famosa e de ter ficado registada na história da humanidade, a cadela não pôde ser salva pelo que morreu sozinha no espaço sideral. É, pois, de solidão que esta história nos fala: «Porque será que estamos condenados a ser assim tão solitários? Qual a razão de tudo isto? Continuará a Terra a girar unicamente para alimentar a solidão dos homens?» pergunta o narrador na pág. 200.

Este é um romance terno, mas denso, que gira em torno de uma espécie de triângulo amoroso, em que as personagens cruzando os mesmos caminhos, não conseguem ultrapassar a barreira que os impede de ser mais íntimos e de aniquilar a solidão que os consome. Ao estilo de Murakami, este é um romance que impele à reflexão das relações e da condição humanas. Baseado na publicação

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